ESTÁDIO ANTONIO CÂNDIDO DE MACEDO PASCOAL, O PASCOAL, INAUGURADO EM 07 DE SETEMBRO DE 1984, NA GESTÃO DO PREFEITO RAIMUNDO PASCOAL, TIO DO HOMENAGEADO
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quinta-feira, 10 de setembro de 2026
FRANCISCO DAS CHAGAS DA SILVA JÁCOME
FRANCISCO DAS CHAGAS DA SILVA JÁCOME, natural de Campo Grande - RN, nascido em 07 de janeiro de 1965, foi por muitos anos Secretário da Prefeitura de Felipe Guerra-RN
terça-feira, 18 de novembro de 2025
LEI ORGÂNICA DE FELIPE GUERRA
A Lei Orgânica do Município de Felipe Guerra, situado na Microrregião CHAPADA DO APDOI, na Mesorregião OESTE do Estado do RIO GRANDE DO NORTE, foi eleita em 15 de novembro de 1988 e empossada em 01 de janeiro de 1989 e foi promulgada em 03 de abril de 1990, assim constituída:
Vereador: GILVAN DE SOUZA
OLIVEIRA
Presidente
Vereador: UILSON FERNANDES TA
VARES
Vice-presidente
Vereador ONÉSIMO DE OLIVEIRA
LEITE
Primeiro Secretário
Vereador: LUSIMAR AL VES DE
MORAIS
Relator
Vereador: CARLOS ALBERTO DE
MEDEIROS
Vice Relator
Vereador: VALCIDES LUCENA DE OLIVEIRA
Vereador: MANOEL RUFINO COSTA
Vereador: FRANCISCO CANINDÉ DE MENEZES
TELERN EM FELIPE GUERRA
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| TITICO DE ADELINO |
O Posto de Serviço da TELERN na cidade
de Felipe Guerra foi inaugurado no dia 06 de junho de 1978, uma terça feira,
pelo prefeito FRANCISCO CHAGAS SILVA, conhecido popularmente por TITICO DE
ADELINO, ex-prefeito de Felipe Guerra, em três mandatos: 15 de novembro de
1988, 03 de outubro de 1996 e 01 de outubro de 2000, juntamente com seu vice
prefeito, o saudoso RAIMUNDO LUCIANO PASCOAL, ambos eleitos em 15 de novembro
de 1976
ENERGIA EM FELIPE GUERRA
Em 31 de janeiro de 1967, o
prefeito de Felipe Guerra, o Dr, EILSON GURGEL DO AMARAL e seu vice prefeito,
JOSÉ BARRA NETO, juntamente com os vereadores FRANCISCO CHAGAS DA SILVA e
CÁSSIO GURGEL, inauguram o sistema de energia elétrica movida a diesel da cidade
Baixa. Já energia de Paulo Afonso, fornecida pela COSERN foi inaugura no
dia 29 de março de 1974, pelo prefeito
LUIZ ALBERTO GURGEL e seu vice JOSÉ BATISTA DE SOUZA, ambos eleitos em 15 de
novembro de 1972
O SILENCIO DO BAR DA OITICICA
Houve um tempo em que o coração da Cidade Alta batia mais
forte sob a sombra generosa de uma oiticica. Era ali, bem em frente ao tronco
largo e antigo, que se erguia o Bar da Oiticica — um ponto de encontro onde o
riso e a confusão dividiam o mesmo espaço, e onde a vida parecia correr mais
leve.
Nas mesas simples de madeira, quantas histórias nasceram e
morreram ao sabor de uma garrafa aberta! Era lugar de amores escondidos e
arruaças declaradas, de serenatas improvisadas, promessas de sobriedade e
risadas que ecoavam madrugada adentro. Cada canto do bar guardava um fragmento
da alma da cidade: o som do violão, o brinde de copos tilintando, a conversa
arrastada dos amigos que não tinham pressa de ir embora.
Mas o tempo, esse inimigo silencioso das lembranças, tratou
de calar o bar. Hoje, as portas permanecem fechadas, o balcão coberto de
poeira, e o eco do passado repousa entre as raízes da velha oiticica.
Ela, firme e altiva, continua ali — testemunha silenciosa de
um tempo de glória. Observa tudo, mas nada diz. Viu o movimento cessar, viu os
rostos desaparecerem, e agora guarda, em silêncio, o segredo de um lugar onde a
vida já foi festa.
Sob sua sombra, o vento ainda sopra como se sussurrasse as
vozes de outrora… lembrando que o Bar da Oiticica pode ter morrido, mas a
memória dele continua viva no coração de quem o conheceu
.
segunda-feira, 17 de novembro de 2025
RAIZES & ENCANTOS
Livro RAIZES & ENCANTOS - Felipe Guerra, Rio Grande do Norte, de FERNANDA NOGUEIRA, FERNANDA CANELA, GLECIGENE BRITO e GERALDO FERNANDES, Estudos Interdisciplinares Regionais, Anos Iniciais e Finais
GERALDO FRANCISCO DAS CHAGAS
FERNANDA DO VALE NOGUEIRA
FERNANDA CANELA
FERNANDA CANELA, graduada Bacharel em Comunicação Social, com habilitação em Publicidade e Propaganda pela Faculdade Integrada do Ceará (FIC), em 2007. Graduada e Licenciada em História pela Universidade do Rio Grande do Norte-UERN, em 2019
GLEICIGENE BEZERRA DE BRITO
Pós-graduado em Docência no Ensino de História e em Educação Especial pela Faculdade Vales de Minas (FVM)
segunda-feira, 10 de novembro de 2025
PRÉ-VENDA — LIVRO HISTÓRICO SOBRE FELIPE GUERRA
É com muita alegria que anuncio a pré-venda do livro “Do
Brejo do Apodi a Felipe Guerra — As histórias que não foram contadas”, de
Geraldo Francisco das Chagas (Geraldo Fernandes).
Depois de anos de pesquisa, entrevistas e dedicação, nasce
uma obra grandiosa: quase 500 páginas de pura memória, tradição e conhecimento
sobre o povo, as famílias, os costumes e os acontecimentos que marcaram a
história da nossa terra.
Este livro é mais do que um registro — é um patrimônio
histórico que deve estar nas mãos de alunos, professores, pesquisadores e todos
que amam Felipe Guerra e o sertão do Apodi. Cada página traz lembranças, nomes,
fatos e curiosidades que ajudam a entender quem somos e de onde viemos.
O custo total da produção gira em torno de R$ 10.000,00,
devido à sua extensão e qualidade editorial. Por isso, estamos lançando a
pré-venda promocional por apenas R$ 70,00.
Após o lançamento, o valor oficial será R$ 100,00.
Adquirindo seu exemplar agora, você apoia a preservação da
nossa história e ajuda a tornar este projeto uma realidade.
Reserve já o seu e garanta seu nome entre os primeiros
apoiadores desta obra que vai marcar a memória de Felipe Guerra para as futuras
gerações!
Autor: Geraldo Francisco das Chagas (Geraldo Fernandes)
Título: Do Brejo do Apodi a Felipe Guerra — As histórias que
não foram contadas
Pré-venda: R$ 70,00
Valor após lançamento: R$ 100,00
Obra com quase 500 páginas de história e emoção.
FAMÍLIA CANAPUM
FAMÍLIA CANAPUM (FAMÍLIA SILVEIRA DA VÁRZEA DO APODI) – ENSAIO
GENEALÓGICO E HISTÓRICO
A alcunha “Canapum”, amplamente difundida em diversos
municípios do Oeste potiguar, não possui origem como sobrenome formal, mas sim
como um epíteto familiar. Historicamente, essa denominação passou a identificar
parte dos descendentes da tradicional família Silveira, estabelecida na Várzea
do Apodi desde o século XIX.
Os registros mais remotos dessa linhagem destacam figuras de
relevância pública, entre eles João Nogueira da Silveira, que exerceu funções
administrativas nas primeiras décadas após a elevação da então Vila de Apodi à
categoria de cidade, em 1833, atuando como vereador e primeiro administrador
municipal.
Durante aquele século, membros da família Silveira
radicaram-se principalmente no Sítio São Lourenço, uma área de forte ocupação
agrícola e relevante para o processo de povoamento regional. Nessa comunidade
encontra-se o casal que estruturou uma das principais ramificações da família:
Antônio Francisco da Silveira e Ana Gomes da Silveira — esta nascida no próprio
São Lourenço, filha de Antônio Francisco do Rosário e Ana Rocha.
Descendência de Antônio Francisco da Silveira e Ana Gomes da
Silveira
O casal teve os seguintes filhos, nascidos na segunda metade
do século XIX:
• Maria Gomes da Silveira (n. 1845)
• Joana Gomes da Silveira (n. 1855) — tronco dos Silveira do
Sítio Arapuá, Felipe Guerra
• Francisca Gomes da Silveira (n. 1867)
• Izabel Gomes da Silveira (n. 1868)
• Ana Francisca da Silveira (n. 1869)
• Francisco Antônio da Silveira (n. 1870)
• Amaro Antônio do Rosário (n. 1871)
• Hermógenes Gomes da Silveira (n. 1872)
•
Entre esses descendentes, sobressai Francisco Antônio da
Silveira, figura central no surgimento do nome Canapum na genealogia potiguar.
Estabelecido no Sítio Barrocas, Francisco era casado com Rosa Francisca da
Conceição. A partir desse ramo, a alcunha se consolidou entre seus descendentes
diretos, transmitida como identificação social e comunitária, sobretudo ligada
ao labor rural e às relações de vizinhança e parentesco.
Descendência de Francisco Antônio da Silveira (Chico Canapum)
e Rosa Francisca da Conceição
• Francisca Maria dos Prazeres
• Pedro Francisco do Nascimento (Pedro Canapum) — residiu no
Sítio São Vicente, Caraúbas
• Antônio Francisco do Nascimento (Antônio
Canapum) — residiu no Sítio Pau dos Ferros, Apodi
• João Francisco da Silveira
• Francisco Antônio do Nascimento — residiu no Sítio São
Lourenço, avô do ex-vereador Valdir Canapum
• Miguel Antônio do Nascimento — residiu no Sítio Pau dos
Ferros, Apodi
• Pedro Antônio do Nascimento — residiu no Sítio Pau dos
Ferros, Apodi
• Domingos Antônio do Nascimento — radicou-se em Umarizal
• Lúcio Antônio da Silveira
• Paulo Francisco do Nascimento (27/04/1903 – 1980) — casado
com Maria Amélia de Morais
•
Descendência de Paulo Francisco do Nascimento e Maria Amélia
de Morais
• Raimundo Francisco do Nascimento, conhecido como Mudinho de
Paulo
• Paulo Francisco do Nascimento, o Paulinho Canapum
• Maria de Lurdes de Morais, mãe do ex-prefeito de Felipe
Guerra Haroldo Ferreira
• Antônio Francisco do Nascimento, conhecido como Tonho de
Paulo Canapum
CONSIDERAÇÕES
HISTORIOGRÁFICAS
A formação da família Canapum integra o contexto mais amplo
de ocupação econômica da Várzea do Apodi, marcada pela agricultura irrigada
tradicional e pela constituição de pequenos núcleos rurais ao longo dos rios e
olhos-d’água locais. Essa família contribuiu largamente para o povoamento de
áreas que hoje pertencem aos municípios de Apodi, Felipe Guerra, Caraúbas e
Umarizal, desempenhando papéis sociais diversos — de liderança comunitária a
participação política, evidenciada nas gerações mais recentes.
O reconhecimento historiográfico desse clã familiar
representa não apenas resgatar um sobrenome de caráter popular, mas reafirmar
sua importância como um dos troncos genealógicos basilares da região da Várzea
do Apodi.
O LEGADO DE MUNDICO DE BATISTA
Nos tempos em que a carnaúba reinava soberana nos sertões de
Felipe Guerra, havia um homem que transformava o suor em progresso: Raimundo
Celso, o querido Mundico de Batista.
Na sua prensa de cera, o barulho do ferro e o cheiro da cera
quente se misturavam às conversas animadas dos trabalhadores. Ali, muitos pais
de família encontravam sustento e dignidade, guiados pela confiança e pela
palavra firme de Mundico de Batista, pele clara, estatura mediana, sempre com
seus óculos de grau e um bom chapéu na cabeça, ele era figura marcante da
Pindoba. Boêmio nas horas de descanso apreciava uma boa prosa e gostava de ver
o pôr do sol cair sobre o terreiro, como quem contempla o que ajudou a
construir.
Mundico de Batista foi mais que um comerciante no ramo da
cera de carnaúba — foi um pioneiro do desenvolvimento local, gerando emprego,
movimentando o comércio e acreditando no valor do trabalho simples e honesto.
Acreditava que respeito era o melhor negócio, e sua palavra valia mais do que
qualquer documento. Foi assim, no trato limpo e no compromisso certo, que
construiu uma reputação que o tempo não desfez.
Hoje, o tempo levou seu corpo, mas não o seu nome — porque
nomes como o de Mundico não se apagam. Permanecem acesos na memória do povo,
vivos nas lembranças de quem o conheceu.E quando alguém fala da velha Pindoba,
é impossível não citar Mundico de Batista, pois a história daquela terra ainda
guarda, entre as palhas da carnaúba e o cheiro da cera quente, as marcas do seu
trabalho e da sua honestidad
O LEGADO DE MUNDICO DE BATISTA
Nos tempos em que a carnaúba reinava soberana nos sertões de Felipe Guerra, havia um homem que transformava o suor em progresso: Raimundo Celso, o querido Mundico de Batista.
Na sua prensa de cera, o barulho do ferro e o cheiro da cera
quente se misturavam às conversas animadas dos trabalhadores. Ali, muitos pais
de família encontravam sustento e dignidade, guiados pela confiança e pela
palavra firme de Mundico de Batista, pele clara, estatura mediana, sempre com
seus óculos de grau e um bom chapéu na cabeça, ele era figura marcante da
Pindoba. Boêmio nas horas de descanso apreciava uma boa prosa e gostava de ver
o pôr do sol cair sobre o terreiro, como quem contempla o que ajudou a
construir.
Mundico de Batista foi mais que um comerciante no ramo da
cera de carnaúba — foi um pioneiro do desenvolvimento local, gerando emprego,
movimentando o comércio e acreditando no valor do trabalho simples e honesto.
Acreditava que respeito era o melhor negócio, e sua palavra valia mais do que
qualquer documento. Foi assim, no trato limpo e no compromisso certo, que
construiu uma reputação que o tempo não desfez.
Hoje, o tempo levou seu corpo, mas não o seu nome — porque
nomes como o de Mundico não se apagam. Permanecem acesos na memória do povo,
vivos nas lembranças de quem o conheceu.E quando alguém fala da velha Pindoba,
é impossível não citar Mundico de Batista, pois a história daquela terra ainda
guarda, entre as palhas da carnaúba e o cheiro da cera quente, as marcas do seu
trabalho e da sua honestidad
POR GERALDO FERNANDES
segunda-feira, 26 de maio de 2025
FELIPE GUERRA – “CAPITAL DAS CAVERNAS”
FELIPE GUERRA – “CAPITAL DAS CAVERNAS”
LEI Nº 11.869, DE 02 DE AGOSTO DE 2024.
Reconhece o município de Felipe Guerra como “CAPITAL
DAS CAVERNAS” do Estado
do Rio Grande do Norte.
A GOVERNADORA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE: FAÇO SABER
que o Poder Legislativo decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1º Fica reconhecido o município de Felipe Guerra como
“Capital das Cavernas” do Estado do Rio Grande do Norte.
Art. 2º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Palácio de Despachos de Lagoa Nova, em Natal/RN, 02 de agosto
de 2024, 203º da Independência e 136º da República
FÁTIMA BEZERRA
Governadora
FONTE - DOE Nº. 15.72, DATADO DE 03.08.2024 , PÁGINA 04
sábado, 5 de abril de 2025
LEI CRIANDO O MUNICÍPIO DE FELIPE GUERRA, PELA 3ª VEZ
LEI Nº2.926, DE 18 DE
SETEMBRO DE 1963
Cria o Município de Felipe Guerra, desmembrado do de
Apodi
O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE:
Faço saber que o Poder Legislativo decreta e eu sanciono a
seguinte Lei:
Art. 1º - É criado o município de FELIPE GUERRA, com a elevação da vila desse nome à
categoria de cidade, desmembrado o seu território do de Apodi, a cuja comarca
continuará a pertencer a jurisdição do respectivo termo que, igualmente, fica
criado.
Art. 2º - São os seguintes os limites do novo
municipio:
a) Com o Municipio de Moçoró:
A atual linha
divisória intermunicipal de Apodi com Moçoró.
b) Com o munícipio de CARAÚBAS:
A atual linha
divisória intermunicipal de Apodi com Caraúbas até alcançar o marco
"PACÓ", onde começa a propriedade de Antônio Francisco de Lima.
c) Com o município de Apodi:
Começando no
marco "PACÓ", onde inicia a propriedade de Antônio Francisco de Lima,
em linha reta (2.400) braças, até o marco "Pé de Serra", passando
entre as propriedades de Antônio Francisco de Lima com herdeiros de Manuel
Domingos de Abreu, José Leite de Souza, Francisco Leite de Souza, ficando a
primeira para Apodi, exclusive; daí, noutra linha reta, até o travessão que
divide as propriedades de José Idalino de Morais, exclusive, e José Daniel, exclusive,
alcançando a estrada de rodagem Moçoró a Luiz Gomes, seguindo por dita estrada
até alcançar os limites atuais de Apodi com Moçoró, no ponto de partida dos
limites neste artigo.
Art. 3º - O novo município se instalará a 1º de Janeiro
de 1964, cabendo sua administração a Prefeito de livre nomeação do Governador
do Estado, até que se realizem as eleições para dito cargo e os de
vice-Prefeito e Vereadores, na forma da legislação eleitoral vigente.
Art. 4º - Para fazer face às despesas decorrentes da
instalação do novo município, fica o Poder Executivo autorizado a abrir, no ano
corrente, o crédito especial de Cr$ 300.000,00 (Tresentos mil cruzeiros),
constituindo recurso, para tanto, o excesso de arrecadação verificado no mesmo exercício.
Art. 5º - Esta lei entra em vigor na data de sua
publicação, revogadas as disposições em contrário.
Palácio da Esperança, em Natal, 18 de Setembro de 1963, 75º
da República.
ALUÍZIO
ALVES
Jocelyn Vilar de Melo
DECRETO ESTADUAL EXONERANDO O PRIMEIRO PREFEITO DE FELIPE GUERRA
DECRETO ESTADUAL EXONERANDO O PRIMEIRO PREFEITO DE FELIPE
GUERRA
DECRETO DE 6 DE
OUTUBRO DE 1954
O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE, considerando
que o SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL decidiu ser inconstitucional a Lei nº 1.027, de
11 de dezembro de 1953, que criou o município de Felipe Guerra.
RESOLVE: Exonerara FRANCISCO
DÍOGENES FILHO do cargo em comissão de prefeito do extinto município.
Natal, 6 de outubro de 1954
SYLVIO PIZA PEDROZA
(Publicado no DOE-RN, de 7 de outubro de 1954 -quinta feira
FELIPE GUERRA RETORNA A SER DISTRITO DO MUNICÍPIO DE APODI
Em 06 de outubro de 1954 a Lei número 1.027 foi revogada pelo
SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL, datado de
05 de outubro de 1954, cujo interesse dessa anulação foi devido divergência
política entre LUCAS PINTO, grande
líder político de Apodi, que não queria que FELIPE GUERRA fosse independente; enquanto ISAURO CAMILO queria que a mesma continuasse emancipada
politicamente. Ganhou a força do líder político apodiense, tendo em vista que a
Lei número 1.027 foi revogada, na véspera da realização do pleito eleitoral
para a escolha do primeiro prefeito constitucional.
O prefeito mandou matar cinco bois, várias criações e um
montão de galinhas para dá de comer aos eleitores, na época a Lei Eleitoral
permitia que o chefe do Poder Executivo desse comida aos eleitores, quando de
repente o prefeito recebeu um telegrama comunicando que não ia haver a eleição
em Felipe Guerra e que a mesma deixaria de ser município e retornou a ser Distrito do município de Apodi
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