FELIPE GUERRA – NOSSA TERRA E NOSSA GENTE – "CAPITAL DAS CAVERNAS” - MESORREGIÃO OESTE POTIGUAR

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segunda-feira, 17 de novembro de 2025

FERNANDA CANELA

 


FERNANDA CANELA, graduada Bacharel em Comunicação Social, com habilitação em Publicidade e Propaganda pela Faculdade Integrada do Ceará (FIC), em 2007. Graduada e Licenciada em História pela Universidade  do Rio Grande do Norte-UERN, em 2019

GLEICIGENE BEZERRA DE BRITO

 


Pós-graduado em Docência no Ensino de História e em Educação Especial pela Faculdade Vales de Minas (FVM)

terça-feira, 11 de novembro de 2025

JÚLIO CÉSAR DE BRITO GUERRA,

 


JÚLIO  CÉSAR DE BRITO GUERRA, nasceu no Sítio Brejo, município de Apodi, atual Felipe Guerra, na Mesorregião Oeste do Estado do Rio Grande do Norte, nascido no dia 26 de dezembro de 1912, sendo filho do casal TIBÚRCIO GURGEL FILHO e MARIA JOANA DE BRITO GUERRA, estudou no Colégio Santa Luzia,na cidade de Mossoró-RN. Cumpriu seu tempo de caserna mediante o serviço militar obrigatório, não seguindo carreira nas Forças Armadas. Formou-se em Medicina pela  Faculdade  de Medicina da Bahia, cuja colação de grau ocorreu no dia 05 de dezembro de 1935.

FONTE – LIVRO RAIZES & ENCANTOS, DE FERNANDA NOGUEIRA, FERNANDA CANELA, GLECIGENE BRITO E GERALDO CHAGAS.

segunda-feira, 10 de novembro de 2025

PRÉ-VENDA — LIVRO HISTÓRICO SOBRE FELIPE GUERRA

 



É com muita alegria que anuncio a pré-venda do livro “Do Brejo do Apodi a Felipe Guerra — As histórias que não foram contadas”, de Geraldo Francisco das Chagas (Geraldo Fernandes).

Depois de anos de pesquisa, entrevistas e dedicação, nasce uma obra grandiosa: quase 500 páginas de pura memória, tradição e conhecimento sobre o povo, as famílias, os costumes e os acontecimentos que marcaram a história da nossa terra.

Este livro é mais do que um registro — é um patrimônio histórico que deve estar nas mãos de alunos, professores, pesquisadores e todos que amam Felipe Guerra e o sertão do Apodi. Cada página traz lembranças, nomes, fatos e curiosidades que ajudam a entender quem somos e de onde viemos.

O custo total da produção gira em torno de R$ 10.000,00, devido à sua extensão e qualidade editorial. Por isso, estamos lançando a pré-venda promocional por apenas R$ 70,00.

Após o lançamento, o valor oficial será R$ 100,00.

Adquirindo seu exemplar agora, você apoia a preservação da nossa história e ajuda a tornar este projeto uma realidade.

Reserve já o seu e garanta seu nome entre os primeiros apoiadores desta obra que vai marcar a memória de Felipe Guerra para as futuras gerações!

Autor: Geraldo Francisco das Chagas (Geraldo Fernandes)

Título: Do Brejo do Apodi a Felipe Guerra — As histórias que não foram contadas

Pré-venda: R$ 70,00

Valor após lançamento: R$ 100,00

Obra com quase 500 páginas de história e emoção.

FAMÍLIA CANAPUM



FAMÍLIA CANAPUM (FAMÍLIA SILVEIRA DA VÁRZEA DO APODI) – ENSAIO GENEALÓGICO E HISTÓRICO

A alcunha “Canapum”, amplamente difundida em diversos municípios do Oeste potiguar, não possui origem como sobrenome formal, mas sim como um epíteto familiar. Historicamente, essa denominação passou a identificar parte dos descendentes da tradicional família Silveira, estabelecida na Várzea do Apodi desde o século XIX.

Os registros mais remotos dessa linhagem destacam figuras de relevância pública, entre eles João Nogueira da Silveira, que exerceu funções administrativas nas primeiras décadas após a elevação da então Vila de Apodi à categoria de cidade, em 1833, atuando como vereador e primeiro administrador municipal.

Durante aquele século, membros da família Silveira radicaram-se principalmente no Sítio São Lourenço, uma área de forte ocupação agrícola e relevante para o processo de povoamento regional. Nessa comunidade encontra-se o casal que estruturou uma das principais ramificações da família: Antônio Francisco da Silveira e Ana Gomes da Silveira — esta nascida no próprio São Lourenço, filha de Antônio Francisco do Rosário e Ana Rocha.

Descendência de Antônio Francisco da Silveira e Ana Gomes da Silveira

O casal teve os seguintes filhos, nascidos na segunda metade do século XIX:

• Maria Gomes da Silveira (n. 1845)

• Joana Gomes da Silveira (n. 1855) — tronco dos Silveira do Sítio Arapuá, Felipe Guerra

• Francisca Gomes da Silveira (n. 1867)

• Izabel Gomes da Silveira (n. 1868)

• Ana Francisca da Silveira (n. 1869)

• Francisco Antônio da Silveira (n. 1870)

• Amaro Antônio do Rosário (n. 1871)

• Hermógenes Gomes da Silveira (n. 1872)

•

Entre esses descendentes, sobressai Francisco Antônio da Silveira, figura central no surgimento do nome Canapum na genealogia potiguar. Estabelecido no Sítio Barrocas, Francisco era casado com Rosa Francisca da Conceição. A partir desse ramo, a alcunha se consolidou entre seus descendentes diretos, transmitida como identificação social e comunitária, sobretudo ligada ao labor rural e às relações de vizinhança e parentesco.

Descendência de Francisco Antônio da Silveira (Chico Canapum) e Rosa Francisca da Conceição

• Francisca Maria dos Prazeres

• Pedro Francisco do Nascimento (Pedro Canapum) — residiu no Sítio São Vicente, Caraúbas

• Antônio Francisco do Nascimento (Antônio

Canapum) — residiu no Sítio Pau dos Ferros, Apodi

• João Francisco da Silveira

• Francisco Antônio do Nascimento — residiu no Sítio São Lourenço, avô do ex-vereador Valdir Canapum

• Miguel Antônio do Nascimento — residiu no Sítio Pau dos Ferros, Apodi

• Pedro Antônio do Nascimento — residiu no Sítio Pau dos Ferros, Apodi

• Domingos Antônio do Nascimento — radicou-se em Umarizal

• Lúcio Antônio da Silveira

• Paulo Francisco do Nascimento (27/04/1903 – 1980) — casado com Maria Amélia de Morais

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Descendência de Paulo Francisco do Nascimento e Maria Amélia de Morais

• Raimundo Francisco do Nascimento, conhecido como Mudinho de Paulo

• Paulo Francisco do Nascimento, o Paulinho Canapum

• Maria de Lurdes de Morais, mãe do ex-prefeito de Felipe Guerra Haroldo Ferreira

• Antônio Francisco do Nascimento, conhecido como Tonho de Paulo Canapum

CONSIDERAÇÕES HISTORIOGRÁFICAS

A formação da família Canapum integra o contexto mais amplo de ocupação econômica da Várzea do Apodi, marcada pela agricultura irrigada tradicional e pela constituição de pequenos núcleos rurais ao longo dos rios e olhos-d’água locais. Essa família contribuiu largamente para o povoamento de áreas que hoje pertencem aos municípios de Apodi, Felipe Guerra, Caraúbas e Umarizal, desempenhando papéis sociais diversos — de liderança comunitária a participação política, evidenciada nas gerações mais recentes.

O reconhecimento historiográfico desse clã familiar representa não apenas resgatar um sobrenome de caráter popular, mas reafirmar sua importância como um dos troncos genealógicos basilares da região da Várzea do Apodi.

 

O LEGADO DE MUNDICO DE BATISTA

Nos tempos em que a carnaúba reinava soberana nos sertões de Felipe Guerra, havia um homem que transformava o suor em progresso: Raimundo Celso, o querido Mundico de Batista.

Na sua prensa de cera, o barulho do ferro e o cheiro da cera quente se misturavam às conversas animadas dos trabalhadores. Ali, muitos pais de família encontravam sustento e dignidade, guiados pela confiança e pela palavra firme de Mundico de Batista, pele clara, estatura mediana, sempre com seus óculos de grau e um bom chapéu na cabeça, ele era figura marcante da Pindoba. Boêmio nas horas de descanso apreciava uma boa prosa e gostava de ver o pôr do sol cair sobre o terreiro, como quem contempla o que ajudou a construir.

Mundico de Batista foi mais que um comerciante no ramo da cera de carnaúba — foi um pioneiro do desenvolvimento local, gerando emprego, movimentando o comércio e acreditando no valor do trabalho simples e honesto. Acreditava que respeito era o melhor negócio, e sua palavra valia mais do que qualquer documento. Foi assim, no trato limpo e no compromisso certo, que construiu uma reputação que o tempo não desfez.

Hoje, o tempo levou seu corpo, mas não o seu nome — porque nomes como o de Mundico não se apagam. Permanecem acesos na memória do povo, vivos nas lembranças de quem o conheceu.E quando alguém fala da velha Pindoba, é impossível não citar Mundico de Batista, pois a história daquela terra ainda guarda, entre as palhas da carnaúba e o cheiro da cera quente, as marcas do seu trabalho e da sua honestidad

 

POR GERALDO FERNANDES

O LEGADO DE MUNDICO DE BATISTA

 


Nos tempos em que a carnaúba reinava soberana nos sertões de Felipe Guerra, havia um homem que transformava o suor em progresso: Raimundo Celso, o querido Mundico de Batista.

Na sua prensa de cera, o barulho do ferro e o cheiro da cera quente se misturavam às conversas animadas dos trabalhadores. Ali, muitos pais de família encontravam sustento e dignidade, guiados pela confiança e pela palavra firme de Mundico de Batista, pele clara, estatura mediana, sempre com seus óculos de grau e um bom chapéu na cabeça, ele era figura marcante da Pindoba. Boêmio nas horas de descanso apreciava uma boa prosa e gostava de ver o pôr do sol cair sobre o terreiro, como quem contempla o que ajudou a construir.

Mundico de Batista foi mais que um comerciante no ramo da cera de carnaúba — foi um pioneiro do desenvolvimento local, gerando emprego, movimentando o comércio e acreditando no valor do trabalho simples e honesto. Acreditava que respeito era o melhor negócio, e sua palavra valia mais do que qualquer documento. Foi assim, no trato limpo e no compromisso certo, que construiu uma reputação que o tempo não desfez.

Hoje, o tempo levou seu corpo, mas não o seu nome — porque nomes como o de Mundico não se apagam. Permanecem acesos na memória do povo, vivos nas lembranças de quem o conheceu.E quando alguém fala da velha Pindoba, é impossível não citar Mundico de Batista, pois a história daquela terra ainda guarda, entre as palhas da carnaúba e o cheiro da cera quente, as marcas do seu trabalho e da sua honestidad

 

POR GERALDO FERNANDES

segunda-feira, 26 de maio de 2025

FELIPE GUERRA – “CAPITAL DAS CAVERNAS”

 


FELIPE GUERRA – “CAPITAL DAS CAVERNAS”

LEI Nº 11.869, DE 02 DE AGOSTO DE 2024.

Reconhece o município de Felipe Guerra como “CAPITAL DAS CAVERNAS” do Estado do Rio Grande do Norte.

A GOVERNADORA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE: FAÇO SABER que o Poder Legislativo decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 1º Fica reconhecido o município de Felipe Guerra como “Capital das Cavernas” do Estado do Rio Grande do Norte.

Art. 2º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Palácio de Despachos de Lagoa Nova, em Natal/RN, 02 de agosto de 2024, 203º da Independência e 136º da República

FÁTIMA BEZERRA

Governadora

FONTE - DOE Nº. 15.72, DATADO DE  03.08.2024 , PÁGINA 04

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