FERNANDA CANELA, graduada Bacharel em Comunicação Social, com habilitação em Publicidade e Propaganda pela Faculdade Integrada do Ceará (FIC), em 2007. Graduada e Licenciada em História pela Universidade do Rio Grande do Norte-UERN, em 2019
FERNANDA CANELA, graduada Bacharel em Comunicação Social, com habilitação em Publicidade e Propaganda pela Faculdade Integrada do Ceará (FIC), em 2007. Graduada e Licenciada em História pela Universidade do Rio Grande do Norte-UERN, em 2019
Pós-graduado em Docência no Ensino de História e em Educação Especial pela Faculdade Vales de Minas (FVM)
JÚLIO CÉSAR DE BRITO GUERRA, nasceu no
Sítio Brejo, município de Apodi, atual Felipe Guerra, na Mesorregião Oeste do
Estado do Rio Grande do Norte, nascido no dia 26 de dezembro de 1912, sendo
filho do casal TIBÚRCIO GURGEL FILHO e MARIA JOANA DE BRITO
GUERRA, estudou no Colégio Santa Luzia,na cidade de Mossoró-RN. Cumpriu seu
tempo de caserna mediante o serviço militar obrigatório, não seguindo carreira
nas Forças Armadas. Formou-se em Medicina
pela Faculdade de Medicina da Bahia, cuja colação de grau
ocorreu no dia 05 de dezembro de 1935.
FONTE – LIVRO
RAIZES & ENCANTOS, DE FERNANDA NOGUEIRA, FERNANDA CANELA, GLECIGENE BRITO E
GERALDO CHAGAS.
É com muita alegria que anuncio a pré-venda do livro “Do
Brejo do Apodi a Felipe Guerra — As histórias que não foram contadas”, de
Geraldo Francisco das Chagas (Geraldo Fernandes).
Depois de anos de pesquisa, entrevistas e dedicação, nasce
uma obra grandiosa: quase 500 páginas de pura memória, tradição e conhecimento
sobre o povo, as famílias, os costumes e os acontecimentos que marcaram a
história da nossa terra.
Este livro é mais do que um registro — é um patrimônio
histórico que deve estar nas mãos de alunos, professores, pesquisadores e todos
que amam Felipe Guerra e o sertão do Apodi. Cada página traz lembranças, nomes,
fatos e curiosidades que ajudam a entender quem somos e de onde viemos.
O custo total da produção gira em torno de R$ 10.000,00,
devido à sua extensão e qualidade editorial. Por isso, estamos lançando a
pré-venda promocional por apenas R$ 70,00.
Após o lançamento, o valor oficial será R$ 100,00.
Adquirindo seu exemplar agora, você apoia a preservação da
nossa história e ajuda a tornar este projeto uma realidade.
Reserve já o seu e garanta seu nome entre os primeiros
apoiadores desta obra que vai marcar a memória de Felipe Guerra para as futuras
gerações!
Autor: Geraldo Francisco das Chagas (Geraldo Fernandes)
Título: Do Brejo do Apodi a Felipe Guerra — As histórias que
não foram contadas
Pré-venda: R$ 70,00
Valor após lançamento: R$ 100,00
Obra com quase 500 páginas de história e emoção.
FAMÍLIA CANAPUM (FAMÍLIA SILVEIRA DA VÁRZEA DO APODI) – ENSAIO
GENEALÓGICO E HISTÓRICO
A alcunha “Canapum”, amplamente difundida em diversos
municípios do Oeste potiguar, não possui origem como sobrenome formal, mas sim
como um epíteto familiar. Historicamente, essa denominação passou a identificar
parte dos descendentes da tradicional família Silveira, estabelecida na Várzea
do Apodi desde o século XIX.
Os registros mais remotos dessa linhagem destacam figuras de
relevância pública, entre eles João Nogueira da Silveira, que exerceu funções
administrativas nas primeiras décadas após a elevação da então Vila de Apodi à
categoria de cidade, em 1833, atuando como vereador e primeiro administrador
municipal.
Durante aquele século, membros da família Silveira
radicaram-se principalmente no Sítio São Lourenço, uma área de forte ocupação
agrícola e relevante para o processo de povoamento regional. Nessa comunidade
encontra-se o casal que estruturou uma das principais ramificações da família:
Antônio Francisco da Silveira e Ana Gomes da Silveira — esta nascida no próprio
São Lourenço, filha de Antônio Francisco do Rosário e Ana Rocha.
Descendência de Antônio Francisco da Silveira e Ana Gomes da
Silveira
O casal teve os seguintes filhos, nascidos na segunda metade
do século XIX:
• Maria Gomes da Silveira (n. 1845)
• Joana Gomes da Silveira (n. 1855) — tronco dos Silveira do
Sítio Arapuá, Felipe Guerra
• Francisca Gomes da Silveira (n. 1867)
• Izabel Gomes da Silveira (n. 1868)
• Ana Francisca da Silveira (n. 1869)
• Francisco Antônio da Silveira (n. 1870)
• Amaro Antônio do Rosário (n. 1871)
• Hermógenes Gomes da Silveira (n. 1872)
•
Entre esses descendentes, sobressai Francisco Antônio da
Silveira, figura central no surgimento do nome Canapum na genealogia potiguar.
Estabelecido no Sítio Barrocas, Francisco era casado com Rosa Francisca da
Conceição. A partir desse ramo, a alcunha se consolidou entre seus descendentes
diretos, transmitida como identificação social e comunitária, sobretudo ligada
ao labor rural e às relações de vizinhança e parentesco.
Descendência de Francisco Antônio da Silveira (Chico Canapum)
e Rosa Francisca da Conceição
• Francisca Maria dos Prazeres
• Pedro Francisco do Nascimento (Pedro Canapum) — residiu no
Sítio São Vicente, Caraúbas
• Antônio Francisco do Nascimento (Antônio
Canapum) — residiu no Sítio Pau dos Ferros, Apodi
• João Francisco da Silveira
• Francisco Antônio do Nascimento — residiu no Sítio São
Lourenço, avô do ex-vereador Valdir Canapum
• Miguel Antônio do Nascimento — residiu no Sítio Pau dos
Ferros, Apodi
• Pedro Antônio do Nascimento — residiu no Sítio Pau dos
Ferros, Apodi
• Domingos Antônio do Nascimento — radicou-se em Umarizal
• Lúcio Antônio da Silveira
• Paulo Francisco do Nascimento (27/04/1903 – 1980) — casado
com Maria Amélia de Morais
•
Descendência de Paulo Francisco do Nascimento e Maria Amélia
de Morais
• Raimundo Francisco do Nascimento, conhecido como Mudinho de
Paulo
• Paulo Francisco do Nascimento, o Paulinho Canapum
• Maria de Lurdes de Morais, mãe do ex-prefeito de Felipe
Guerra Haroldo Ferreira
• Antônio Francisco do Nascimento, conhecido como Tonho de
Paulo Canapum
CONSIDERAÇÕES
HISTORIOGRÁFICAS
A formação da família Canapum integra o contexto mais amplo
de ocupação econômica da Várzea do Apodi, marcada pela agricultura irrigada
tradicional e pela constituição de pequenos núcleos rurais ao longo dos rios e
olhos-d’água locais. Essa família contribuiu largamente para o povoamento de
áreas que hoje pertencem aos municípios de Apodi, Felipe Guerra, Caraúbas e
Umarizal, desempenhando papéis sociais diversos — de liderança comunitária a
participação política, evidenciada nas gerações mais recentes.
O reconhecimento historiográfico desse clã familiar
representa não apenas resgatar um sobrenome de caráter popular, mas reafirmar
sua importância como um dos troncos genealógicos basilares da região da Várzea
do Apodi.
O LEGADO DE MUNDICO DE BATISTA
Nos tempos em que a carnaúba reinava soberana nos sertões de
Felipe Guerra, havia um homem que transformava o suor em progresso: Raimundo
Celso, o querido Mundico de Batista.
Na sua prensa de cera, o barulho do ferro e o cheiro da cera
quente se misturavam às conversas animadas dos trabalhadores. Ali, muitos pais
de família encontravam sustento e dignidade, guiados pela confiança e pela
palavra firme de Mundico de Batista, pele clara, estatura mediana, sempre com
seus óculos de grau e um bom chapéu na cabeça, ele era figura marcante da
Pindoba. Boêmio nas horas de descanso apreciava uma boa prosa e gostava de ver
o pôr do sol cair sobre o terreiro, como quem contempla o que ajudou a
construir.
Mundico de Batista foi mais que um comerciante no ramo da
cera de carnaúba — foi um pioneiro do desenvolvimento local, gerando emprego,
movimentando o comércio e acreditando no valor do trabalho simples e honesto.
Acreditava que respeito era o melhor negócio, e sua palavra valia mais do que
qualquer documento. Foi assim, no trato limpo e no compromisso certo, que
construiu uma reputação que o tempo não desfez.
Hoje, o tempo levou seu corpo, mas não o seu nome — porque
nomes como o de Mundico não se apagam. Permanecem acesos na memória do povo,
vivos nas lembranças de quem o conheceu.E quando alguém fala da velha Pindoba,
é impossível não citar Mundico de Batista, pois a história daquela terra ainda
guarda, entre as palhas da carnaúba e o cheiro da cera quente, as marcas do seu
trabalho e da sua honestidad
Nos tempos em que a carnaúba reinava soberana nos sertões de Felipe Guerra, havia um homem que transformava o suor em progresso: Raimundo Celso, o querido Mundico de Batista.
Na sua prensa de cera, o barulho do ferro e o cheiro da cera
quente se misturavam às conversas animadas dos trabalhadores. Ali, muitos pais
de família encontravam sustento e dignidade, guiados pela confiança e pela
palavra firme de Mundico de Batista, pele clara, estatura mediana, sempre com
seus óculos de grau e um bom chapéu na cabeça, ele era figura marcante da
Pindoba. Boêmio nas horas de descanso apreciava uma boa prosa e gostava de ver
o pôr do sol cair sobre o terreiro, como quem contempla o que ajudou a
construir.
Mundico de Batista foi mais que um comerciante no ramo da
cera de carnaúba — foi um pioneiro do desenvolvimento local, gerando emprego,
movimentando o comércio e acreditando no valor do trabalho simples e honesto.
Acreditava que respeito era o melhor negócio, e sua palavra valia mais do que
qualquer documento. Foi assim, no trato limpo e no compromisso certo, que
construiu uma reputação que o tempo não desfez.
Hoje, o tempo levou seu corpo, mas não o seu nome — porque
nomes como o de Mundico não se apagam. Permanecem acesos na memória do povo,
vivos nas lembranças de quem o conheceu.E quando alguém fala da velha Pindoba,
é impossível não citar Mundico de Batista, pois a história daquela terra ainda
guarda, entre as palhas da carnaúba e o cheiro da cera quente, as marcas do seu
trabalho e da sua honestidad
POR GERALDO FERNANDES
FELIPE GUERRA – “CAPITAL DAS CAVERNAS”
LEI Nº 11.869, DE 02 DE AGOSTO DE 2024.
Reconhece o município de Felipe Guerra como “CAPITAL
DAS CAVERNAS” do Estado
do Rio Grande do Norte.
A GOVERNADORA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE: FAÇO SABER
que o Poder Legislativo decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1º Fica reconhecido o município de Felipe Guerra como
“Capital das Cavernas” do Estado do Rio Grande do Norte.
Art. 2º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Palácio de Despachos de Lagoa Nova, em Natal/RN, 02 de agosto
de 2024, 203º da Independência e 136º da República
FÁTIMA BEZERRA
Governadora
FONTE - DOE Nº. 15.72, DATADO DE 03.08.2024 , PÁGINA 04